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Bon Jovi, nostalgia e a melancolia do dia
Assim que conheci a banda BON JOVI, a música para mim ganhou um novo significado. Lá por volta dos meus 13 anos, uma amiga do colégio me apresentou a banda responsável por me fazer querer fazer música. Foi vendo um fita Vhs do show de Londres do Bon Jovi que descobri que queria tocar guitarra. Ver o Richie Sambora tocando mudou minha vida. Por mais clichê que possa soar, é a mais pura verdade. Claro que como qualquer adolescente que se encanta com o Jon, lotei meu quarto com posters dele e fiquei inconsolável por ser muito pirralha em 1995, quando eles tocaram em São Paulo. Lembro que a Band transmitiu ao vivo o show, e eu não só assisti hipnotizada a um belíssimo show, como gravei pra poder assistir até destruir a fita, fato este que aconteceu. Desde a semana passada, ressuscitei a banda e voltei a escutar. Uma mistura de nostalgia com emoção. Só agora fui procurar o show de 95 em São Paulo no youtube. Achei e arrepiei ao assistir. O final de Livin´on a Prayer, onde o Jon canta o clássico: “That´s all. Talk to me, Talk to me” em meio a viradas de bateria e barulhada maravilhosa dos outros instrumentos, juntando com a gritaria alucinada da platéia vibrando com tudo, é de arrepiar. Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=mgcW5o0Vmr8 Como já disse aqui no blog, adoro ter trilha sonora pra qualquer momento, principalmente para os momentos melancólicos de teto eu, eu e teto. Hoje estou derrotada. Tristonha. Encerrei o dia estupidamente mais cedo e vim me jogar no sofá de casa. Coloquei pra tocar o bom e velho NEVER SAY GOODBYE (Bon Jovi claro). É a típica música perfeita para esses momentos. A música já repetiu no mínimo umas 16 vezes e vai ficar assim até melhorar um pouquinho o que acontece aqui dentro de mim. Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=MhhGOZw8Hfg Tem hora que não sei o que fiz de errado... 


Escrito por MM às 18h16
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Humphrey Bogart
Humphrey Bogart era um charme só. Ô homem charmoso. 
Humphrey com a Audrey, quando fizeram o filme Sabrina 
E de chapeu.
Escrito por MM às 10h02
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Reflexões
Duas semanas para “entrar de férias”; Duas semanas pra chegar no 2.6; Se fosse fazer uma breve análise deste ano, acho que não seria breve, tem história pra escrever um livro. Foi o ano que quase abandonei a advocacia por puxadas fenomenais de tapete. Cai tanto de cara no chão por sacanagem alheia que pensei em largar mão desta profissão. Se tivesse uma boa grana guardada teria finalmente aberto minha loja de chocolate, mas não foi desta vez. A doidera tava tanta que pensei em seguir vários caminhos: fazer outra faculdade, desta vez de psicologia ou então abrir uma floricultura (deve ser algo mais light de se fazer). Quando achei que tudo estava perdido, voltei pro jogo. Voltei pra advocacia. E não sei se pra ficar ou apenas por um tempo. Este ano foi e ainda está sendo barra. Mas acho que em geral, foi um ano voltado pro lado profissional, que entre trancos e barrancos, está caminhando, em passos curtos, mas segue caminhando.
Escrito por MM às 09h53
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imagem
Adoro essa imagem da Audrey Hepburn 
Escrito por MM às 11h08
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picture
uma imagem bonitona: 
Escrito por MM às 16h40
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...

Fazia tempo que isso não acontecia... Fazia tempo que não me sentia sem chão. Tudo caminhava bem, quando sem qualquer aviso o ar foi comprimido e os sentidos quase me abandonaram. Como contagem regressiva para fechamento total, fui tentando manter os olhos abertos e conscientes Senti que não controlaria por muito tempo. Felizmente consegui chegar em casa a tempo e enfim relaxar. Hibernei por 12 horas. E agora, tudo voltou ao normal.
Escrito por MM às 12h06
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“Tell me what you see Was it a dream? Was I in it?” Existem momentos que até os mais otimistas e alegres são derrubados. Fatos que acontecem na vida que deixam deprimido o mais entusiasmado dos seres. Por mais duro e doloroso que possa ser... essas malditas coisas acontecem... Nos poucos momentos que pudemos realmente conversar, entre papos sobre músicas, filmes como do Jerry Lewis e assuntos a respeito do dia a dia, você deixou transparecer que as coisas não andavam tão bem como você tentava demonstrar para todos. Foram apenas em pequenos momentos. E enquanto você comentava como estava, vi nos seus olhos a dor que você não fala. Soube que você não tem acreditado mais “no fogo ingênuo da paixão”. Meu querido, por mais ingênuo que seja, não só o tal fogo como a paixão em si, são tão bonitos quando acontecem... Você está em um momento que não é possível ver o colorido real das cores. Tudo parece opaco e sem graça chegando inclusive ao ponto de achar que nunca mais vai se apaixonar. Nesse momento, como agora no seu caso, chega a ser tão turbulento que não enxergamos que talvez o amor esteja bem na nossa frente, tão perto que chega a ser palpável. Quero te dizer que essa dor que você tenta sufocar, mas que grita dentro do teu peito e reverbera mais ainda à noite, vai diminuir com o tempo. Ela não some, mas vai se tornar um tanto quanto suportável. Hang in there! Queria ser mais presente. Tenho um carinho grande por ti e queria que fosse possível fazer com que tudo fosse mais fácil para você. Mesmo de longe, mesmo você até não deixando, te garanto que farei o que puder para trazer de volta pro seu rosto teu sorriso puro e verdadeiro.

Escrito por MM às 17h15
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"So let me in All that I wanted from you Was something you'd never do So let me in..." 
Escrito por MM às 01h33
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Música
Existem algumas músicas que desde a primeira vez que escuto dá um clique. A melodia me encanta e acho a letra perfeita. Isto aconteceu com uma música que simplesmente adoro chamada Alfie. Foi na voz da Barbra Streisand que o clique aconteceu (embora já soubesse quem era, só parei pra ouvir sua música porque uma amiga é alucinada por ela). É uma música fofa que não canso nunca de ouvir. Com vocês, Barbra Streisand: http://www.youtube.com/watch?v=cWvvUtRI52w Alfie (Barbra Streisand) Composição: Burt Bacharach; Hal David What's it all about Alfie? Is it just For the moment we live? What's it all about When you sort it out, Alfie? Are we meant to take more Than we give Or are we meant to be kind? And if only fools are kind Alfie Then I guess It is wise to be cruel And if life belongs Only to the strong, Alfie What will you lend On an old golden rule As sure as I believe There's a heaven above, Alfie I know there's something much more Something even nonbelievers Can believe in I believe in love Alfie Without true love We just exist, Alfie Until you find the love You've missed You're nothing, Alfie When you'll walk Let your heart lead the way And you'll find love Any day, Alfie Alfie Alfie

Escrito por MM às 10h28
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frase

"I let the melody shine, let it cleanse my mind"
Escrito por MM às 23h57
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Música
Escutei durante anos essa música na rádio sem saber quem cantava. Demorei muito tempo pra descobrir, já que tem zilhões de versões em diversas vozes. Sou apaixonada por esta música . Minha versão favorita é a original na voz do Lobão. De todas as vertentes dessa música, a que acho mais intensa e triste é a do Lobão. Na minha opinião, ele é o único que realmente interpretou a letra. Taí a dica pra quem quiser me presentear, estou cobiçando o DVD acústico MTV do Lobão (ainda tem um bandolim nesse show!!!!!!!!!!!!!) Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=1Dg1_8OWAkI Me chama Composição: Lobão Chove lá fora E aqui tá tanto frio Me dá vontade de saber... Aonde está você? Me telefona Me Chama! Me Chama! Me Chama!... Nem sempre se vê Lágrima no escuro Lágrima no escuro Lágrima!... Tá tudo cinza sem você Tá tão vazio E a noite fica Sem porque... Aonde está você? Me telefona Me Chama! Me Chama! Me Chama... Nem sempre se vê! Mágica no absurdo Mágica no absurdo Mágica!... Nem sempre se vê! Lágrima no escuro Lágrima no escuro Lágrima!... Nem sempre se vê! Mágica no absurdo Mágica no absurdo Mágica!... Nem sempre se vê! Lágrima no escuro Lágrima no escuro Lágrima!...
Escrito por MM às 17h09
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poema

A GENTE AINDA NÃO SABIA - Mario Quintana
A gente ainda não sabia que a Terra era redonda. E pensava-se que nalgum lugar, muito longe, Deveria haver num velho poste uma tabuleta qualquer — uma tabuleta meio torta E onde se lia, em letras rústicas: FIM DO MUNDO. Ah! Depois nos ensinaram que o mundo não tem fim E não havia remédio senão irmos andando às tontas Como formigas na casca de uma laranja. Como era possível, como era possível, meu Deus, Viver naquela confusão? Foi por isso que estabelecemos uma porção de fins de mundo...
Escrito por MM às 13h43
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Filme
Sem muito tempo (o que é muito bom), então vou postar foto do filminho do fds. Classiqueta: Mary Poppins (1964) Quem não viu VEJA! Uma fofura de filme. Adoro esses filmes antigos com cores vibrantes. Quem te viu e quem te vê. E imaginar que antigamente eu tinha coceira com musicais. Hoje adoro! Fica a dica. 
Escrito por MM às 12h18
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Mais uma da série “nada é por acaso”:

Um dia estava passeando com uma amiga e eu esperava ligação de um dito cujo. Ele tinha ficado de ligar e nada. Até tava andando com o celular na mão para não correr o risco de tocar e eu não ouvir. Patético, eu sei. Eu tava tão brava que só conseguia xingar ele mentalmente, nem prestava atenção direito no papo com minha amiga. Até que entramos numa loja e uma mulher resolver pegar a gente pra bater papo. A senhorinha dizia que era numeróloga, taróloga e sei lá mais o que. Falava que tava tãoaoaoaoaoao sensitiva que nem precisava consultar nada, olhava pra pessoa e já sabia tudo. Daleee! Claro que empolguei e prestei atenção, mas a senhorinha tava meio que jogando e misturando tudo quanto era informação. O detalhe é que eu estava com uma amiga que realmente entende do assunto e eu ficava prestando atenção nas reações dela para ver se ela acreditava na senhorinha ou não. Sei dizer que a mulher grudou uns 40min em nós. Empolgou a falar o que achava que definia cada uma, o estado de espírito no momento e o que estava por vir. Naaaaaaaaaaaaaaada disso é o ponto que quero chegar com o título do texto. Acontece que antes de sairmos, cada uma pegou um papel com “a sorte do dia” que tinha num potinho. Sabe qual foi a minha? "Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário" Einstein
Escrito por MM às 15h41
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poema

Ilusão, verdade. Suposição, fato. Imaginação, realidade. Qual a linha seguida? Há alguma coisa sendo seguida? Olhos que brilham ao olhar. Olhar que diz mais que a boca se permite dizer. Atos com duplo sentido que se tornam difíceis de serem decifrados. Palavras que contrariam as atitudes. As pessoas complicam tudo ou eu é que sou complicada? Será que está tudo preto no branco e eu que estou enxergando cinza?
Escrito por MM às 15h27
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