Mais uma da série “nada é por acaso”:

Um dia estava passeando com uma amiga e eu esperava ligação de um dito cujo. Ele tinha ficado de ligar e nada. Até tava andando com o celular na mão para não correr o risco de tocar e eu não ouvir. Patético, eu sei. Eu tava tão brava que só conseguia xingar ele mentalmente, nem prestava atenção direito no papo com minha amiga. Até que entramos numa loja e uma mulher resolver pegar a gente pra bater papo. A senhorinha dizia que era numeróloga, taróloga e sei lá mais o que. Falava que tava tãoaoaoaoaoao sensitiva que nem precisava consultar nada, olhava pra pessoa e já sabia tudo. Daleee! Claro que empolguei e prestei atenção, mas a senhorinha tava meio que jogando e misturando tudo quanto era informação. O detalhe é que eu estava com uma amiga que realmente entende do assunto e eu ficava prestando atenção nas reações dela para ver se ela acreditava na senhorinha ou não. Sei dizer que a mulher grudou uns 40min em nós. Empolgou a falar o que achava que definia cada uma, o estado de espírito no momento e o que estava por vir. Naaaaaaaaaaaaaaada disso é o ponto que quero chegar com o título do texto. Acontece que antes de sairmos, cada uma pegou um papel com “a sorte do dia” que tinha num potinho. Sabe qual foi a minha? "Algo só é impossível até que alguém duvide e acabe provando o contrário" Einstein
Escrito por MM às 15h41
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